segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Economia Auxílio Brasil conclui hoje pagamento de agosto; veja quem tem direito 22/08/2022 05h54

 

Foto: Divulgação

O pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600 de agosto termina nesta segunda-feira (22). O calendário do benefício foi antecipado neste mês e começou no último dia 9 para um total de 20,2 milhões de pessoas. O Auxílio Gás, que contempla 5,6 milhões de famílias, também termina hoje.

Os beneficiados de hoje são aqueles com NIS (Número de Identificação Social) final 0. Segundo o Ministério da Cidadania, o próximo pagamento serguirá o calendário oficial, previsto para começar em 19 de setembro.

Neste mês, o Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600, assim como o Auxílio Gás, pago bimestralmente, que teve aumento de 50% e chegou ao valor de R$ 110.

Quem tem direito?

Para receber o Auxílio Brasil, as famílias precisam atender a critérios de elegibilidade e ter os dados atualizados no CadÚnico (Cadastro Único) nos últimos 24 meses. Além disso, é preciso que não haja divergência entre as informações declaradas no cadastro e as que estão em outras bases de dados do governo federal.

• Se a renda mensal por pessoa for de até R$ 105 (situação de extrema pobreza), a entrada no programa poderá acontecer mesmo se a família não tiver crianças nem adolescentes.

• Se a renda por pessoa for de R$ 105,01 a R$ 210 (situação de pobreza), a entrada só será permitida se a família tiver, em sua composição, gestantes, crianças ou adolescentes.

R7

PESQUISA TCM / TS2 SENADO – Rogério Marinho ultrapassa Carlos Eduardo e abre 5% de diferença

 22/08/2022 09h20

O novo levantamento da pesquisa TCM/TS2 realizado entre de 18 a 21 de agosto perguntou aos entrevistados: se a eleição fosse hoje, e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para o Senado? O ex-ministro Rogério Marinho (PL) aparece na liderança com 21% das intenções de voto.

Em seguida, aparece o candidato Carlos Eduardo Alves (PDT) com 16% das intenções de voto. Em terceiro aparece o deputado federal Rafael Motta (PSB) com 8%. Três candidatos aparecem com 1% dos votos nesta ordem: veterinária Shirley Medeiros (DC), Pastor Silvestre (PMN), e Dário Barbosa (PSTU).

Outros candidatos foram citados, mas não atingiram 1%, são eles: Marcos do MLB (UP), Freitas Junior (PSOL), Geraldo Pinho (Podemos) e Marcelo Guerreiro (PRTB).

Rejeição

A mesma pesquisa também perguntou sobre a rejeição aos candidatos. Os entrevistados responderam a seguinte questão: em quem você não votaria de jeito nenhum para Senado? Neste cenário, 49% dos eleitores ‘Não souberam/Não responderam’. E ‘não votaria em nenhum’ agora é a opção de 19% dos eleitores.

O primeiro candidato que aparece com maior rejeição é Carlos Eduardo Alves (PDT) com 15%. O candidato Rogério Marinho (PL) aparece com 10%. ‘Votaria em qualquer um’ surgiu nesta pesquisa com 8%.

O candidato Rafael Motta (PSB) tem 4% de rejeição. Dário Barbosa (PSTU) aparece com 3%. Freitas Junior (PSOL) tem 2%. Pastor Silvestre, Geraldo Pinho, Marcelo Guerreiro e Marcos do MLB aparecem com 1% cada. Veterinária Shirley Medeiros foi citada mas não atingiu 1%.

Variação entre Pesquisas

Em abril deste ano, a TCM e o Instituto TS2 lançaram a primeira pesquisa da série de levantamentos para esta eleição. Em 4 de abril, Rogério Marinho (PL) aparecia com 19% das intenções, e agora tem 21%. Carlos Eduardo Alves, no primeiro levantamento liderava com 26%, agora aparece com 16%. O candidato Rafael Motta ainda não tinha anunciado a intenção de concorrer por isso não estava neste primeiro levantamento. Mas é importante destacar que não podemos falar em crescimento ou queda nos números, por se tratar de uma pesquisa com outro cenário (candidatos).

Informações sobre a pesquisa

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.600 eleitores em todas as regiões do Estado, entre os dias 18 e 21 de agosto de 2022. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a atual conjuntura, considerando a margem de erro. Os percentuais podem eventualmente não totalizar 100% em decorrência dos arredondamentos.

A pesquisa foi contratada pela PROGRAMADORA CANAL TCM LTDA (CNPJ: 04209895000120), com recursos próprios, e está registrada sob números BR–02456/2022 e RN-01204/2022.

TCM Notícia

domingo, 21 de agosto de 2022

Horário político e as eleições 21/08/2022 às 08:43 Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

 A semana começa com a expectativa do início do famoso “horário eleitoral gratuito”.

Uma ferramenta que, se bem usada, pode ajudar candidatos a reverter desvantagens ou para outros ampliar vantagem nos votos.

O horário político deste ano começa na sexta-feira (26) com dois blocos diários cada um com 25 minutos.

E os horários são os seguintes: 

No rádio, o primeiro horário será das 7h às 7h25, e o segundo das 12h às 12h25.

Na televisão, a propaganda eleitoral gratuita será exibida das 13h às 13h25 e das 20h às 20h25.

Serão 35 dias com a “presença” dos candidatos aos cargos eletivos deste ano

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Política TSE vai testar novas urnas eletrônicas em eleição simulada neste domingo (21) 21/08/2022 08h11

 

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

As novas urnas eletrônicas vão ser testadas pelo Tribunal Superior Eleitoral neste domingo (21) em uma única eleição simulada antes de outubro. Os testes serão feitos na cidade de Bela Vista, no Maranhão.

Bela Vista fica a 245 quilômetros de São Luís. O município, que é um dos mais novos do estado, vai ser o único do país a realizar votação simulada com o novo modelo de urna eletrônica, que será usado nas eleições de outubro.

Em todo Brasil, serão quase 225 mil urnas desse novo modelo. Dessas, 8 mil serão utilizadas no Maranhão, inclusive em Bela Vista. A simulação é um teste final e vai servir de modelo para o processo eleitoral em todo o país.

“Bela Vista é um município que tem uma logística bastante facilitada para fazer uma simulação desse porte. Essa simulação visa com que a gente analise cenários que vão acontecer na eleição de forma inédita”, diz o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Gualter Gonçalves Lopes.

O novo modelo tem um processador 18 vezes mais rápido que o da versão anterior. Traz recursos adicionais de acessibilidade, aprimoramentos em termos de segurança, transparência e agilidade para que todos tenham a oportunidade de votar.

“Tirar dúvidas também, porque tem pessoas que às vezes acham que as urnas eletrônicas não são capazes de fazer uma eleição limpa e agora nós vamos tirar a dúvida que ela é justa, sim”, diz o lavrador Sebastião Lima.

Dez técnicos do Tribunal Superior Eleitoral acompanham de perto todo o processo da eleição simulada.

“Treinar os mesários e testar o sistema. O sistema está praticamente pronto para eleição. Então a gente testa o sistema, testa as urnas e vê se está tudo ok para as eleições”, explica o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo.

Está tudo pronto à espera dos mais de 10 mil eleitores, que mesmo não sendo obrigados a votar neste domingo, muitos estão motivados.

“Acho que através dessa eleição simulada a gente pode fortalecer a nossa democracia, sobretudo nesse momento que a gente tem mentiras sobre as urnas, o sistema eleitoral”, diz Moisés Santos.

Dona Expedita, de 76 anos, não quer perder esse compromisso, que para ela é sagrado: “Eu acho bom é votar. Eu tenho prazer de votar. Nunca votei à força, graças a Deus.”

g1

MP impugnou a candidatura de Dr. Anax para deputado estadual

 

Foto: reprodução

O Ministério Público impugnou a candidatura do candidato do ex-prefeito de Governador Dix-Sept Rosado, Dr. Anax (União Brasil). O candidato a deputado estadual é apoiado em Mossoró pela ex-prefeita, Rosalba Ciarlini (PP).

Segundo a ação, Anax Vale não está quite com a justiça eleitoral. Além disso, também enfrenta problemas relacionados a dezenas de processos de improbidade que responde, tendo sido condenado já em alguns deles.

Dr. Anax realizou na noite desse sábado (20), o lançamento da sua campanha a deputado estadual em Governador Dic-Sept Rosado “Vamos falar para todo mundo que Gov Dix-Sept Rosado vai ter um deputado estadual”, expressou ele em suas redes sociais. E hoje o candidato estará em Mossoró realizando um adesivaço.


terça-feira, 16 de agosto de 2022

Calendário de vacinação de nova varíola dos macacos deve sair nesta semana 16/08/2022 06h34

 

Foto: Mufid Majnun/Unsplash

O Ministério da Saúde será informado nesta semana de quando receberá as primeiras vacinas contra a varíola dos macacos.

Segundo a representante da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) no Brasil, Socorro Gross, a fase de tratativas com o laboratório produtor da vacina terminou, mas falta uma posição do laboratório sobre o calendário de entrega.

“Esperamos ter o calendário das vacinas nesta semana”, disse. “Não temos como apresentar um calendário [de entrega de vacina] neste momento. Sabemos que uma parte das vacinas vai chegar em breve. Esperamos que o fornecedor nos especifique quando nós poderemos transportar a vacina para o Brasil”, disse ela, em entrevista a jornalistas, no Ministério da Saúde.

Socorro Gross estava acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de secretários da pasta. Queiroga esclareceu que as 50.000 doses solicitadas pelo Brasil, caso cheguem, irão para profissionais de saúde que lidam com materiais contaminados.

Poder360


segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Presidente do Banco Central diz que cartão de crédito deixará de existir

 

cartão de crédito deixará de existir

Foto: Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o cartão de crédito deixará de existir em breve. Ele afirmou que o “open finance“, modalidade pela qual os clientes disponibilizam seus dados a diferentes instituições, deve acelerar o processo. Com isso, não haverá mais a necessidade de diversos aplicativos de bancos.

Ele prevê que até 2024 já esteja disponível uma moeda digital em que cada pessoa terá um aplicativo integrador que cuidará da vida financeira virtual e física no mesmo lugar. Além disso, ele ressaltou que o Pix já faz muitas questões relacionadas a pagamentos e soluciona problemas, inclusive oferecendo aos usuários compras através da modalidade de crédito.

Campos Neto também falou sobre uma possível regulação das criptomoedas no Brasil, para que haja mais transparência na maneira como são transacionadas, criadas e negociadas. “A gente tem que ter certeza de que as pessoas sabem o que estão comprando. A tarefa do regulador é essa da transparência. Ele não deveria entrar no campo de ‘eu acho que esse produto é bom para você ou não’, acho um pensamento anti-inovação. As pessoas, diante da informação, é que tem que tomar a decisão se é bom ou não”, disse Campos Neto.

Jovem Pan


Prazo para pedido de registro de candidaturas termina hoje 15/08/2022 07h15

 

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Chega ao fim nesta segunda-feira (15) o prazo para os partidos políticos, federações e coligações partidárias pedirem os registros de candidatas e candidatos nas eleições deste ano.

O prazo se encerra às 8h no caso das candidaturas apresentadas pela internet e às 19h para a entrega de mídias com a documentação necessária diretamente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – no caso dos candidatos a presidente – ou nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) – nas disputas por outros cargos.

De acordo com o calendário eleitoral, o prazo final para que todos os pedidos de registro de candidatura – e eventuais recursos — tenham sido devidamente analisados e julgados pelos tribunais eleitorais é 12 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno.

Cada partido pode apresentar apenas uma candidata ou um candidato a presidente e vice, governador e vice, e a senador com suplentes.

CNN Brasil


sábado, 13 de agosto de 2022

Prefeito de Natal Álvaro Dias deverá ter candidato a governador FONTE: thaisagalvao.com.br

 prefeito de Natal Álvaro Dias não deverá ficar neutro em relação à disputa de governador nas eleições de outubro.

Ao Blog ele informou que, mesmo se não anunciar sua posição no evento programado para o dia 19, poderá fazer outro encontro para um novo anúncio.

Álvaro já disse que não votará no candidato a governador Fábio Dantas (Solidariedade), e o senador Styvenson, candidato ao governo sem um pingo de vontade, não está nos planos do prefeito de Natal.

No evento do dia 19 ele vai apresentar seus candidatos a senador e deputado estadual.

Para o Senado, vai de Rogério Marinho (PL) e para estadual, Adjuto Dias (MDB).

Álvaro disse ao Blog que para deputado federal vai apoiar 5 candidatos: Garibaldi Filho (MDB), Henrique Alves (PSB), Girão (PL) e Paulinho Freire e Carla Dickson (UB).

FONTE: thaisagalvao.com.br

Eleições 2022: prazo para registro de candidatos termina na segunda WhatsApp Facebook Twitter PrintFriendly Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

 Termina na próxima segunda-feira (15) o prazo para que partidos, coligações e federações partidárias apresentem o registro de candidatos para qualquer dos cargos em disputa nas Eleições 2022, cujo primeiro turno está marcado para 2 de outubro.

Eventual segundo turno ocorrerá em 30 de outubro no caso das disputas para governador e presidente. Neste ano, os eleitores votam ainda para os cargos de senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

O prazo para o registro das candidaturas se encerra às 8h, no caso de ser feito pela internet, ou às 19hs, se a entrega de mídias com a documentação necessária for feita diretamente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – se a candidatura for para presidente e vice – ou nos Tribunal Regionais Eleitorais (TREs) para os demais cargos.

Cada partido pode apresentar apenas uma candidatura a presidente, governador e senador, com os respectivos suplentes. No caso de deputado federal, estadual ou distrital, cada sigla poderá indicar candidatos no número de todas as cadeiras a serem ocupadas, mais uma.

No caso das eleições proporcionais – para deputado, seja federal, estadual ou distrital – a legislação prevê que 30% das candidaturas apresentadas por cada legenda sejam obrigatoriamente de mulheres.

No ato de registro deve constar sempre o nome a ser mostrado na urna, a relação de bens do candidato, fotografia recente nas especificações dadas pelo TSE, certidões criminais e prova de alfabetização, entre outras informações e documentos.

Até o momento, foram registrados 10 candidaturas à Presidência da República, com os respectivos vices. Para governador, até o momento há 131 candidatos, espalhados por todas as unidades da federação. No caso de senador, 142 se registraram.

Para as eleições proporcionais foram registradas, até as 16h desta sexta-feira (12), 12.126 candidaturas a deputados estadual, 7.985 a deputado federal e 336 a deputado distrital. Os dados são disponibilizados em tempo real no sistema de divulgação de candidaturas e contas da Justiça Eleitoral.

Após ser apresentado, o registro ainda deve ser julgado pela Justiça Eleitoral, que pode deferi-lo ou não, conforme o atendimento aos requisitos legais. O prazo para o julgamento de todas as candidaturas é 12 de setembro, 20 dias antes do pleito.

Agência Brasil

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Diagnóstico de varíola dos macacos será feito nos Lacens até agosto Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

 Com 2.584 casos confirmados, o Brasil deverá ser capaz de diagnosticar a varíola dos macacos em todos os laboratórios centrais de saúde pública (Lacens) do país até o final de agosto, informou hoje (12), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, o governo federal se antecipou à emergência de saúde pública de importância global declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho e articulou formas de lidar com a doença e receber pacientes no sistema público.

“Desde maio, quando surgiram os primeiros casos na europa, o sistema único de saúde se preparou para enfrentar essa ameaça. Enfrentamos a emergência de saúde pública causada pela covid-19 e, desde o início, organizamos as estruturas dos laboratórios para fazermos o diagnóstico [da varíola dos macacos]”, informou.

Queiroga falou sobre a letalidade e a taxa de infecção da varíola dos macacos no Brasil, que em âmbito internacional causou cinco mortes em países considerados não endêmicos, segundo dados da OMS.

“Vale lembrar que a letalidade dessa doença [varíola dos macacos] é baixa, ou seja, a maioria dos casos é simples, de tal sorte que não é algo que se assemelhe à covid-19, apesar de ser uma emergência de saúde pública global reconhecida pela OMS”, informou o ministro.

O ministro da Saúde lembrou que a grande maioria de casos de varíola dos macacos acomete homens que fazem sexo com outros homens, e que o principal vetor de transmissão é o contato direto pele a pele ou pelas mucosas. “Isso é uma observação epidemiológica. Não tem cunho de estigmatizar cidadãos. Qualquer um pode adquirir”, complementou.

Outro ponto apresentado pelo ministro da Saúde é que o uso de preservativos não impede a contaminação pela varíola dos macacos. Dentre as principais características da enfermidade estão: febre, lesões de pele, ínguas e crostas. “Os indivíduos devem ficar isolados”, explicou Queiroga, que estimou em três semanas o período de convalescência.

O ministro, que é médico, também afirmou que o tratamento da doença até o momento se dá pelo tratamento dos sintomas, enquanto medicamentos antivirais específicos contra a doença ainda estão sendo estudados.

Poliomielite
Erradicada no Brasil em 1989, a poliomielite teve casos diagnosticados em outros países recentemente, relatou o ministro. Para evitar qualquer ocorrência da doença em solo nacional, Queiroga reforçou a importância da vacinação da Campanha Nacional de Vacinação, lançada no dia 7 de agosto.

“Qual é a nossa arma? A vacinação. É por isso que nós fazemos um apelo aos pais, aos avós: que levem filhos e netos para as salas de vacinação”, disse o ministro.

O esquema vacinal para a poliomielite tem duas fases. Na primeira, a criança toma 3 doses injetáveis: a primeira aos dois meses de vida; a segunda aos 4 meses de vida; a terceira aos 6 meses de vida. A segunda fase, de reforço, deve ser administrada por via oral a partir de 1 ano e 3 meses de vida. A segunda dose das gotinhas deve ser dada aos 4 anos, e não deve ultrapassar os 6 anos, 11 meses e 29 dias de vida da criança.

Agência Brasil

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Dia dos Pais com muita diversão para a família

 Redação

13/08/2022 | 09:22

Uma programação toda especial no Domingo na Arena para comemorar o dia dos pais, no dia 14 de agosto, a partir das 16h. Muita diversão para toda a família com acesso gratuito e contando com apresentações artísticas, além de atividades lúdicas e educativas para todos. No palco, uma aula de dança com a Fidance Rio Grande do Norte, às 16h30.

Às 17h30, será a vez da versão de Frozen da Cia Era uma Vez, com a participação dos atores Kelly Thayana, Afra Bremgartner, Gustavo Lima, Deyvid Santana e Vinicius Rosindo. Prestes a ser coroada rainha, a Princesa Elsa descobre ter poderes sobre o gelo, e o quanto os que estão ao seu redor podem ficar em perigo por causa disso. Assustada, decide se refugiar nas montanhas. E é para lá que a irmã dela, Anna, parte ao seu resgate, ao lado de seus novos amigos Kristoff e Olaf ela vai descobrir o verdadeiro sentido do amor.

Para finalizar as atividades no palco acontece o show do Trio Trancelim, às 18h30 com um repertório de música popular e regional recheado de clássicos de compositores como: Dominguinhos, Luis Gonzaga, Petrúcio Amorim, Zé Dantas, Elino Julião, Gilberto Gil dentre outros; também apresentam algumas canções autorais além de canções de outros estilos musicais interpretados em xotes/forrós como Tree little birds (Bob Marley), Natiruts, Na Rua na Chuva na Fazenda (Hyldon). Formam o trio: a cantora Ângela Castro na voz e triângulo, Aiyra na zabumba e na sanfona Lipe Guedes.

Nessas quatro horas, a festa da criançada está garantida com o Museu do Videogame, brinquedos infláveis, brinquedoteca, aula de Beach Tennis e futmesa, atividades escoteiras, locação de carrinhos elétricos, maquiagens artísticas, universo bolhástico, Bora de Bike, além das guloseimas que serão oferecidas na praça de alimentação.

Bolsonaro veta obras para o RN, e Carlos detona Rogério: “Não mexeu uma palha”

 Alessandra Bernardo

13/08/2022 | 06:41

A gestão estadual e autoridades políticas do Rio Grande do Norte lamentaram o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) à inclusão das obras de duplicação da BR-304 e o trecho conhecido como Reta Tabajara, na Lei de Diretrizes Orçamentárias da União do próximo ano (LDO 2023), publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira 12. Além dos trabalhos na 304 (Natal – Fortaleza), foram vetadas ainda as obras de adequações das rodovias federais 104 (Macau – Maceió (AL)) e 405 (Mossoró – Marizópolis (PB)) e a construção do Cinturão das Águas, que levaria as águas da transposição para o interior do RN.

Segundo o secretário estadual de Infraestrutura (SEI), Gustavo Coelho, a notícia dos vetos presidenciais foram recebidos com surpresa pela gestão. “A duplicação da BR-304 corresponde a um investimento absolutamente imprescindível para o desenvolvimento econômico do Estado e representa a segurança física aos seus usuários, basta ver a sobrecarga que ela vem recebendo nos últimos anos, para verificar a importância da sua duplicação”, explicou.

Gustavo Coelho falou ainda sobre a BR-104, que liga a cidade de Macau à Maceió (capital de Alagoas), passando por municípios importantes como Campina Grande (PB) e Caruaru (PE), também afetada pelos vetos presidenciais. E lembrou que havia um estudo em desenvolvimento pelo Ministério da Infraestrutura e o compromisso do ex-ministro Tarcísio de Freitas, que, tão logo fosse finalizado o levantamento, iria para discussão para viabilização do projeto. O que não foi adiante.

Para o senador Jean Paul Prates (PT), que fez a solicitação para que a obra fosse incluída na proposta aprovada pelo Congresso Nacional, por regulamentação da Comissão Relatora, nenhum projeto de duplicação de rodovias que passam exclusivamente por um único estado pode ser aprovado, mas considerando a posição do Rio Grande do Norte e a ligação entre Natal, Mossoró e Fortaleza como uma das principais da região, Jean conseguiu incluir o projeto entre os prioritários no orçamento federal.

“Assim que assumimos o mandato, o maior esforço se deu para garantir que a duplicação da BR-304 e seu entroncamento com a BR-226 no Ceará tivesse a destinação de recursos federais garantidas primeiro no Plano Plurianual de Investimentos do Governo Federal para o período de 2021-2025; depois, garantimos a aprovação na LDO, o que viabilizamos sob aprovação da maioria dos parlamentares”, explicou.

Jean disse também que a BR304 é uma grande rodovia de escoamento de cargas, trânsito de pessoas e, com a expansão das usinas eólicas, é o único acesso possível à interiorização do estado, pois possui conexões capilares com outras importantes rodovias. “Não termos a duplicação significa que os riscos de acidentes se tornam cada vez maiores devido ao elevado fluxo na BR. Vamos lutar para derrubar o veto e conseguir garantir, já em 2023, com os estudos de viabilidade técnica que estão em andamento, a garantia de recursos para construção”, afirmou.

SEM TRANSPOSIÇÃO
Jean Paul Prates disse que o veto afetou o Cinturão das Águas, que escoaria as águas do Rio São Francisco pelo RN com a transferência de águas advindas do Ramal Apodi para as regiões Oeste e Central, terminando no Mato Grande, o que levaria água para 54 municípios. E lembrou que, em fevereiro, Bolsonaro reuniu comitiva no RN, afirmando que as águas estavam chegando pelo esforço do seu então ministro Rogério Marinho. Além do RN, o veto atinge ainda as obras de transposição no Ceará.

“Jardim de Piranhas só recebeu água por caminhões pipa, e não pela finalização da obra do Eixo Norte. Mas Bolsonaro chegou a prometer pelo seu aliado que entregaria a obra da transposição ao povo potiguar. Com o veto ao Cinturão das Águas, a possibilidade das águas do velho chico chegarem a Oiticica, obra que está sendo entregue por compromisso do Governo do Estado, agora pode não se concretizar em diversos outros municípios por meio deste veto no Orçamento”, denunciou o senador, um dos relatores da LDO deste ano.

Bolsonaro é inimigo do RN, afirma candidato do PDT

O candidato do PDT ao Senado, Carlos Eduardo Alves, usou as redes sociais nesta sexta-feira 12 para provocar o adversário Rogério Marinho (PL).

Em publicação no Instagram, Carlos Eduardo disse que Rogério “não mexeu uma palha” para evitar que o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetasse a inclusão da duplicação da BR-304 na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023.

O veto foi criticado pelo ex- -prefeito de Natal. “Inimigo do RN. O presidente Jair Bolsonaro vetou ontem emenda do senador Jean Paul (PT-RN), meu suplente, destinando recursos para a duplicação da BR 304 ligando Natal a Mossoró e Fortaleza”, pontuou Carlos Eduardo.

Ele complementou: “Como achasse pouco, o presidente ainda vetou a destinação de recursos para o chamado ‘Cinturão das águas’ que beneficiaria 54 municípios potiguares, viabilizando principalmente pequenos e médios produtores rurais das regiões Oeste e Central do Rio Grande do Norte”.

“Por mais esta emenda de Jean, que será meu suplente, também seriam beneficiados municípios da região do Mato Grande, com a transferência de águas do chamado Ramal do Apodi”, destacou Carlos Eduardo.

“Infelizmente o meu adversário, o candidato de Bolsonaro, não mexeu uma palha para evitar mais essa maldade”, encerrou o candidato do PDT.

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Política Mais curto, horário eleitoral na TV ainda repercute em outras mídias, dizem especialistas

 022 06h33

Foto: Caroline Pacheco/Famecos/PUCRS

Exibido há mais de meio século no Brasil, o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão estreia em 26 de agosto, pela manhã e à noite, aproximando os eleitores dos candidatos e de suas propostas. A propaganda dura até 29 de setembro e, em caso de segundo turno, voltará ao ar de 7 a 28 de outubro. O primeiro turno das eleições está previsto para ocorrer em 2 de outubro, e o segundo, em 30 de outubro.

Nesses períodos, as campanhas políticas irão brigar pela atenção dos espectadores com concorrentes que vão do programa de decoração da TV a cabo ao filme ou série recém-lançada no streaming, passando pelo podcast e o game online.

Com tanta oferta de entretenimento, as perguntas a serem feitas são: quem ainda assiste ao horário político? O tempo de TV de cada candidato vai ter algum impacto no resultado das urnas em 2022?

“Acho que só vai pegar se alguma coisa que o candidato fizer virar meme”, brinca o publicitário baiano Fernando Barros, fundador da agência Propeg e mentor de mais de 30 campanhas eleitorais, como a de Antônio Carlos Magalhães para governador da Bahia, em 1991, e a de Fernando Henrique Cardoso à Presidência da República, em 1994.

O público da TV

“Só um público bem mais velho assiste ao horário eleitoral. Mas ele não deve ser desprezado, porque os jornalistas veem tudo. Então, qualquer coisa ali repercute nas outras mídias, na internet”, diz Átila Francucci, publicitário que também já dirigiu várias campanhas políticas.

O conteúdo direcionado nas redes

As redes sociais, ao contrário, serão, como em 2018, novamente a bola da vez. “O que vai acontecer é que as pessoas vão ver os destaques do que saiu no horário eleitoral por suas redes sociais”, diz Barros.

CNN Brasil

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Conheça os planos de governo dos candidatos à Presidência WhatsApp Facebook Twitter PrintFriendly

 Os candidatos à Presidência têm até 15 de agosto para apresentar seus planos de governo, em que detalham como pretendem governar o país. A entrega do documento é uma exigência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os candidatos ficam livres para definir o modelo do programa e sobre quais setores da administração pública vão discorrer no texto. Cabe ao eleitor analisar as propostas antes de definir seu voto.

A CNN reuniu as principais propostas apresentadas pelos candidatos em seus planos de governo para as seguintes áreas: economia, meio ambiente, combate à pobreza, segurança pública e saúde. Os documentos completos podem ser consultados no portal do TSE.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O ex-presidente Lula apresenta o seu plano de governo como um “programa de reconstrução e transformação do Brasil”, com um regime fiscal baseado na credibilidade, previsibilidade e sustentabilidade para atrair investimentos. O projeto prevê a construção de uma estratégia de desenvolvimento que busque “superar o modelo neoliberal que levou o país ao atraso”, segundo o próprio documento.

As propostas da candidatura de Lula também focam no combate à fome e à pobreza, com a volta de políticas públicas já conhecidas em governos petistas, como o Bolsa Família. Além disso, aborda o enfrentamento às mudanças climáticas.

Economia

No documento, Lula defende a revogação da lei do teto de gastos e a discussão sobre a legislação trabalhista, revogando “os marcos regressivos da atual legislação trabalhista”, estipulados na última reforma. Sobre a previdência, o petista propõe a superação das “medidas regressivas e o desmonte” promovido na reforma de 2019.

O plano de governo de Lula fala em uma reforma tributária com a simplificação de tributos e mode progressivo – reduzindo a tributação do consumo e aumentando os impostos pagos pelos mais ricos.

O documento sugere a retomada de investimentos governamentais em infraestrutura e a reindustrialização nacional. Além disso, prevê que o governo estimule o investimento privado por meio de crédito, concessões, parcerias e garantias. Também cita o fortalecimento da agropecuária, de setores e projetos inovadores e a economia criativa.

Em relação às estatais, o projeto se opõe à privatização da Eletrobras e cita a “recuperação do papel da empresa como patrimônio do povo”. E propõe o fim da Política de Paridade Internacional de preços da Petrobras (PPI).

Meio Ambiente

O projeto afirma ter compromisso com a “sustentabilidade social, ambiental, econômica e com o enfrentamento das mudanças climáticas”. Para isso, ele sugere a mudança no padrão de consumo de energia, a construção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis e o avanço da transição ecológica e energética. O plano prevê o combate ao “uso predatório” dos recursos naturais e o fortalecimento da Funai, a proteção da Amazônia e o combate a crimes ambientais.

Combate às desigualdades sociais

O plano de governo do ex-presidente se diz comprometido com o enfrentamento da fome e da pobreza de forma urgente. Para isso, aposta na geração de emprego e renda para os mais pobres e em programas já conhecidos de governos petistas do passado, como a renovação e ampliação do Bolsa Família. O projeto também cita a volta de “um amplo programa de acesso à moradia”.

Segurança pública

Caso eleito, Lula pretende colocar em prática uma nova política sobre as drogas no país, focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário. Ao mesmo tempo, o plano de governo aposta na desarticulação das organizações criminosas por meio do fortalecimento da investigação e da inteligência.

O ex-presidente pretende promover uma política de segurança pública coordenada e integrada nacionalmente. Seu plano cita a aprimoração do Sistema Único de Segurança Pública e reformas para ampliar a eficiência e modernizar o sistema de segurança.

Saúde

O plano de governo petista prevê o fortalecimento do SUS “público” e “universal”, o aprimoramento da sua gestão e a valorização e formação de profissionais de saúde. Além disso, prevê a retomada de políticas como o Mais Médicos e o Farmácia Popular, bem como a reconstrução e fomento ao Complexo Econômico e Industrial da Saúde.

Jair Bolsonaro (PL)
Jair Bolsonaro (PL) coloca a “liberdade” como cerne de seu plano de governo. O documento afirma que ela “é tão importante quanto a própria vida”, repetindo a máxima usada pelo presidente em seus discursos.

A temática permeia os principais tópicos elencados por Bolsonaro no programa. O presidente defende a “liberdade econômica”, a “liberdade religiosa”, “liberdade de expressão”, a “liberdade para a defesa de direitos” e a “liberdade para o uso responsável dos recursos naturais”.

O plano de governo propõe ainda o aprimoramento de políticas de combate à criminalidade, a ampliação do Auxílio Brasil e reformas estruturantes.

Economia

No campo da Economia, o documento cita a liberdade econômica como mecanismo para promover o bem estar social. Segundo o documento, é preciso reduzir a quantidade de atribuições do Estado e facilitar o trabalho do empreendedor, para que se possa gerar emprego e renda. O texto defende a privatização de estatais para promover a melhor administração pública.

Consta também no plano de governo a realização de uma reforma tributária, com simplificação de impostos e correção de 31% na tabela do Imposto de Renda. A ideia seria aumentar a faixa de isenção do imposto de renda para cinco salários mínimos. Sem dar maiores detalhes, o plano de governo ainda defende a realização de uma reforma administrativa, que teria como foco a valorização do servidor.

No documento, Bolsonaro se compromete a manter o valor do Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023 e a trabalhar pelo ingresso do Brasil na OCDE e em outras entidades internacionais de promoção do livre comércio.

Meio Ambiente

Bolsonaro defende que a evolução tecnológica é um mecanismo para aumentar a produtividade no campo sem causar danos ao meio ambiente e contribuindo para a preservação. Nesse contexto, o presidente afirma que é necessário fortalecer os setores de mineração e agropecuário.

O plano de governo destaca o papel central do Brasil na produção de alimentos mundial e defende a adoção de políticas para garantir a segurança alimentar no país.

No documento, Bolsonaro ainda reafirma seu compromisso com o combate ao desmatamento e às queimadas ilegais na Amazônia.

Combate às desigualdades sociais

O presidente afirma, em seu plano de governo, que é papel do Estado e da sociedade civil atuar para reduzir as desigualdades sociais. Segundo Bolsonaro, é preciso criar uma “sinergia” entre eles em programas e projetos que impactem a população menos favorecida de modo a elevar o seu poder de compra.

Seguindo essa lógica, o documento cita o crescimento econômico como o principal responsável por assegurar as condições sociais mínimas para a população.

Segurança pública

Bolsonaro propõe o fortalecimento das ações no combate ao crime organizado, a partir da tecnologia. O plano de governo cita o uso de drones, inteligência artificial e perícia forense como alternativas em prol desse objetivo. O documento cita ainda o aprimoramento da coordenação e integração entre as instituições federais e os órgãos estaduais e municipais.

O presidente afirma que é necessário ampliar o direito à legítima defesa do cidadão. Segundo Bolsonaro, cabe ao Estado assegurar “os meios para o exercício” desse direito.

O plano de governo diz que o acesso a armas de fogo é, além disso, um “importante instrumento” elemento cultural e desportivo.

Saúde

Bolsonaro afirma que, se for reeleito, vai trabalhar para estender o acesso a serviços básicos de saúde, a partir do entendimento de que “a família é a base da sociedade”. Segundo o presidente, é preciso ter como foco a atenção primária em saúde.

O plano de governo cita os programas “Estratégia da Saúde da Família”, “Rede de Atenção Materna e Infantil” (RAMI), “Programa Médicos pelo Brasil”, o “Programa de Saúde Bucal” e o “Conecte SUS” como exemplos em que o investimento do governo deu certo e deve continuar.

O documento também defende a necessidade de adequar serviços ao envelhecimento populacional e incentivar a realização de atividades físicas e a alimentação saudável.

Ciro Gomes (PDT)
O ex-ministro Ciro Gomes intitula seu plano de governo como Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) e diz ser essencial retomar o crescimento de forma economicamente sustentável, com a geração de empregos e a garantia da estabilidade de preços.

O pedetista pretende retomar obras de infraestrutura logística e social, na intenção de estimular o setor privado a investir no país e recuperar a capacidade do setor público de financiar políticas públicas. Para financiar esse projeto desenvolvimentista e, ainda assim, manter o equilíbrio fiscal, Ciro defende uma ampla reforma tributária e fiscal.

Economia

Com o objetivo de aumentar a receita do estado, o pedetista quer reduzir subsídios e incentivos a empresas privadas, recriar impostos sobre lucros e dividendos, adotar o princípio do orçamento base zero e a taxação de grandes fortunas (0,5% para patrimônios acima de 20 milhões).

O ex-ministro propõe uma menor tributação sobre o consumo, aliada ao aumento dos impostos sobre renda. Ele ainda defende uma reforma da previdência baseada em três pilares: renda básica garantida, uma parte da renda baseada no regime de repartição, e outra parcela no de capitalização.

Ciro pretende estimular o setor produtivo, com ênfase nas indústrias do agronegócio; do petróleo, gás e derivados; saúde; e defesa. Neste sentido, o candidato quer que o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) seja o grande financiador e estruturador de projetos.

Meio ambiente

O pedetista entende que é necessário envolver as populações locais das florestas em atividades econômicas que sejam viáveis e sustentáveis a elas, mas que excluam o desmatamento. Ele defende a criação de zonas econômicas e ecológicas no país e uma estratégia de desenvolvimento regional com maior segurança fundiária.

Combate às desigualdades sociais

Para combater a fome e a miséria, o ex-ministro propõe a implementação do programa de renda mínima universal e o acompanhamento das famílias em situação de vulnerabilidade por centros de referência de assistência social. Ciro também cita o refinanciamento das dívidas das famílias e um plano de universalização do saneamento básico e da água potável até 2030.

Segurança pública

No programa, Ciro diz que o crime organizado deve ser combatido por meio de investigações das operações financeiras e de lavagem de dinheiro. Ciro pretende redesenhar a política de drogas, partindo de uma abordagem de redução de riscos e danos, e aprimorar a gestão prisional visando a ressocialização da população carcerária.

Saúde

No âmbito da saúde, o plano de governo do pedetista cita a “reconstrução” do SUS, com o foco na modernização da atenção primária, a transformação de policlínicas em centros de referência especializados para consultas e exames, e a integração dos centros de referência especializados ao atendimento prévio das policlínicas através de um registro eletrônico de saúde. O plano também prevê a retomada da produção de medicamentos que atualmente são importados e a valorização da classe médica.

Simone Tebet (MDB)
A assessoria da senadora Simone Tebet disse que a candidata ainda não tem um plano de governo. O prazo para apresentação ao TSE termina em 15 de agosto.

Felipe d’Avila (Novo)
Nomeado “Um Novo Brasil Para Todos”, o plano de Felipe d’Avila (Novo) estabelece dois pilares principais: valorizar os “talentos e riquezas naturais” no Brasil e conectar o país à “nova era econômica”.

O presidenciável define seu plano como “transversal” e aponta que todas as suas propostas convergem para um mesmo objetivo: fazer do Brasil a maior potência mundial da nova economia.

Ele destaca, porém, que este novo modelo se baseia no respeito ao meio ambiente e na redução das emissões de carbono.

Economia

As propostas de d’Ávila para a Economia têm como pilar a “abertura total”. A ideia seria reduzir as proteções “tarifárias e não tarifárias” a qualquer tipo de bem.

Outro pilar citado no documento é a atração de investimentos estrangeiros. Para isso, o presidenciável propõe a simplificação do código tributário, que — segundo o plano — é “complexo demais”.

Também a fim de atrair capital externo, o programa diz ser necessária a adoção de leis trabalhistas “atuais” e “flexíveis”, que permitam adaptar os contratos a uma sociedade mais moderna.

Já para o mercado interno, a ideia é estimular a competitividade das indústrias brasileiras, por meio da concentração de investimentos em infraestrutura, do incentivo à concorrência e da privatização de empresas que estão sob controle estatal.

Meio ambiente

O plano do candidato do Novo diz ser “consenso” que o planeta precisa reduzir suas emissões de carbono. Segundo o presidenciável, o Brasil “tem condições” de ser líder neste processo.

D’Ávila aponta que, sob seu governo, o Brasil buscaria se tornar um país “carbono zero”.

Outro objetivo é preservar a Amazônia e demais biomas, a fim de garantir emprego e renda a populações que vivem nessas regiões. “Manter a floresta em pé, além de ser vital para o ambiente, será mais lucrativo do que derrubar as árvores”, diz o programa.

Combate à pobreza

Na introdução de suas propostas no combate à pobreza, o candidato menciona países como Canadá e Nova Zelândia, que apresentam bons resultados na área. Com base na experiência internacional, diz que o primeiro passo para o Brasil é a “criação de legislações específicas e estabelecimento de metas”.

Uma das maiores preocupações do plano é a redução da pobreza infantil — definida como “a forma de pobreza mais danosa pelo seu impacto de longo prazo”.

Segurança pública

Entre as propostas para a área estão: realizar ações contra o crime organizado, dar autonomia à Polícia Federal, garantir a prisão em segunda instância, endurecer a execução penal e controlar armas e munições.

D’Ávila diz que irá promover articulação das forças de segurança. Com isso, fomentaria a integração entre os sistemas de inteligência e informação das polícias e de outros órgãos que atuam no setor.

O candidato também defende a reconstrução da capacidade regulatória do sistema de controle das armas de fogo.

Saúde

O programa estabelece que “o caminho para a melhoria da Saúde no Brasil passa obrigatoriamente por um fortalecimento e reestruturação do SUS”. D’Ávila afirma, porém, que o sistema não precisa ser estatizado e que há espaço para a mobilização da sociedade civil.

Entre as propostas estão a digitalização do sistema, o fortalecimento da telemedicina, bem como da atenção primária, e a qualificação profissional.

Soraya Thronicke (União Brasil)
A senadora Soraya Thronicke ainda não divulgou seu plano de governo. O prazo para apresentação ao TSE termina em 15 de agosto. A CNN entrou em contato com a assessoria da candidata, mas ainda não obteve retorno.

Sofia Manzano (PCB)
A professora e economista Sofia Manzano define seu plano de governo como um programa “anticapitalista e anti-imperialista”. O projeto prevê que o Estado tenha maior controle sobre a Economia e promova grandes investimentos sociais.

Manzano propõe a redução da jornada de trabalho para 30 horas para combater o desemprego. Além disso, defende o fim do Senado e a criação de um Parlamento Unicameral. Outra proposta é a elaboração de uma nova Constituição por meio de uma Assembleia Constituinte de Novo Tipo, “com uma representação que corresponda à maioria social do país e às organizações de massas dos trabalhadores”.

Economia

Manzano defende revogar o que chama de “contrarreformas neoliberais”, o que incluiria as reformas da previdência e trabalhista, a implementação do teto de gastos, a autonomia do Banco Central e privatizações. A professora afirma querer reestatizar empresas como a Vale, a Embraer e a Eletrobras.

O programa de Manzano também prevê o controle público do sistema monetário e financeiro e a estatização de instituições financeiras. Se eleita, a candidata ainda quer reduzir a tributação sobre o consumo e a cobrança progressiva de impostos e taxar lucros, dividendos, grandes fortunas e heranças.

Meio ambiente

Manzano propõe a recuperação de florestas devastadas e a revitalização de rios, lagos e nascentes por meio de um programa de recuperação das matas ciliares. O projeto aponta para a redução da atividade pecuária e a expansão das reservas florestais.

Combate às desigualdades sociais

O plano da candidata prevê a criação da “Lei de Responsabilidade Social”, assegurando recursos para programas sociais. Além disso, cita a criação de uma rede de restaurantes e mercados populares para reduzir de forma emergencial a fome e os preços dos alimentos.

Segurança pública

Manzano pretende pôr fim ao que classifica como política de “guerra às drogas”, com a descriminalização do uso de drogas. Também prevê a desmilitarização completa da segurança pública, a revogação da lei antiterrorismo e a adoção de medidas contra o encarceramento em massa.

Saúde

Manzano pretende investir 10% do PIB na Saúde. Ela também quer estatizar todas as empresas privadas do setor. “Só uma saúde 100% pública pode colocar a vida acima dos lucros”, justifica. A candidata também defende a legalização do aborto, com garantia deatendimento na rede pública de saúde.

Leonardo Péricles (UP)
O plano de governo do candidato Leonardo Péricles defende o fortalecimento do Estado como um caminho para a redução do capital privado nas mais diversas frentes da sociedade, como a economia, a educação, a saúde e os meios de comunicação. Entre as propostas, consta a obrigatoriedade de uso de educação e saúde pública para todos os governantes e legisladores.

Caso eleito, Péricles pretende criar uma “constituinte popular” e sugere uma ruptura com o atual modelo econômico. Assim como Manzano, ele também quer reduzir a jornada de trabalho para 30h semanais.

Economia

Péricles pretende suspender imediatamente o pagamento de juros e amortização da dívida pública. Além disso, quer revogar o teto de gastos, a reforma trabalhista e a reforma da previdência. O candidato do UP pretende nacionalizar o sistema bancário, anular acordos de dívidas do país com investidores estrangeiros e reestatizar empresas.

Ele pretende promover uma reforma tributária baseada na taxação de grandes fortunas e aposta em obras de infraestrutura para gerar empregos.

Meio Ambiente

O plano de governo do UP prevê a realização de um programa de transição das matrizes energéticas e de extração de matérias primas que “respeite a conservação da natureza e evite catástrofes ambientais”. Além disso, pretende aumentar a fiscalização de atividades com impacto ambiental.

Combate às desigualdades sociais

Péricles diz que, caso eleito, vai garantir o auxílio emergencial de um salário mínimo e criar frentes emergenciais de trabalho em bairros pobres e no interior. O candidato também sugere a criação de um Programa Nacional de Soberania Alimentar da família na Escola, com entrega de cestas básicas com produtos da agricultura familiar a famílias de alunos.

Segurança pública

O plano de governo prevê o fim da polícia militar, aliado à melhoria do aparato de inteligência para combater o crime organizado. Além disso, cita a participação popular nas polícias estaduais e o resgate do lema “proteger e servir”.

Saúde

O candidato do União Popular prevê investimentos na saúde pública e o reforço do SUS. Marçal quer ainda controlar aumentos “abusivos” do setor privado de saúde, principalmente nos planos privados. Ele também defende a legalização do aborto “na ótica da saúde pública”.

José Maria Eymael (DC)
José Maria Eymael ainda não apresentou seu plano de governo. O prazo para apresentação ao TSE termina em 15 de agosto. A CNN entrou em contato com a assessoria do candidato e aguarda retorno.

Pablo Marçal (Pros)
Inspirando em Juscelino Kubitschek – que tinha como lema “cinquenta anos em cinco”, em um processo de industrialização do país – Pablo Marçal diz que, se for eleito, promoverá “40 anos de crescimento em 4 de governo”.

O candidato sugere uma nova visão sobre o papel do estado na sociedade e na mentalidade dos cidadãos que o compõem. Ele “batiza” essa “nova forma de pensar” de “governalismo”.

O “governalismo”, segundo Marçal, possui três pilares: a “virtualização”, com a implementação de novas tecnologias em vários processos do governo e da sociedade; a “empresarização”, com o incentivo à cultura do empreendedorismo; e a “mudança de mentalidade”, com a implementação de “princípios nacionais”.

Economia

Marçal defende a desburocratização e a desoneração das forças produtivas a partir da implementação de reformas tributárias e trabalhistas. Objetivo é reduzir a carga fiscal sem ameaçar garantias dos trabalhadores.

O seu plano de governo prevê a promoção da cultura empreendedora para “alavancar” a economia do país e garante a manutenção do tripé econômico formado por câmbio flutuante, responsabilidade fiscal e metas para conter a inflação. Ele também sugere grandes investimentos públicos em infraestrutura de tecnologia.

O candidato do Pros não cita a política de teto de gastos, a reforma da previdência ou privatizações. Também não aborda o entendimento de seu eventual governo sobre a Petrobras, principal empresa do país, e outras estatais.

Meio ambiente

Sem dar maiores detalhes, Marçal defende que o Brasil deve aproveitar suas condições climáticas para desenvolver pólos de produção de energia limpa, como eólica e solar. O candidato diz que pretende “incentivar e controlar a extração de madeira e minérios”.

Combate à pobreza

Em relação ao combate à pobreza, o presidenciável defende projetos voltados a grupos específicos. Um dos programas seria o “Auxílio Financeiro para Mulheres”, que tem como compromisso prover ajuda financeira a mulheres com crianças em situação de vulnerabilidade.

Outro programa funcionaria a partir de “vouchers de hospedagem para aposentados de baixa renda”. “Objetivamos, com isso, promover o desfrute do lazer e incentivar o crescimento da rede hoteleira brasileira, com o preenchimento das vagas ociosas em períodos de baixa e média temporadas”, explica.

Segurança pública

O candidato do Pros afirma que, sob seu governo, seriam adotados projetos contra crimes violentos, como homicídio e feminicídio, e tráfico de drogas.

Entre as iniciativas de Marçal para a área está também a expansão do sistema de Parcerias Público-Privadas. Ele visa criar meios para que o Estado, instituições de ensino e o setor privado possam financiar projetos de desenvolvimento de tecnologias para o combate à criminalidade.

Saúde

Marçal propõe a criação do programa “Pró-Saúde”, que teria o objetivo de conferir maior eficiência à rede de saúde pública. “Implantaremos um sistema informatizado para marcação de exames e atendimentos de baixa e média complexidade com a telemedicina”, diz o plano de governo.

Além disso, o candidato defende a criação de polos tecnológicos de saúde regionais. Os estabelecimentos eliminariam a necessidade de deslocamentos para os grandes centros, e contribuiriam para a aceleração do desenvolvimento regional.

Vera Lúcia (PSTU)
O plano de governo da candidata de Vera Lúcia é baseado na implementação de um regime socialista dirigido por trabalhadores. Isso ocorreria através da reforma agrária e de um amplo processo de estatização.

Com esse objetivo, a presidenciável defende a mobilização coletiva dos trabalhadores e um programa de ruptura com o capitalismo.

O programa é centrado em cinco propostas: o combate imediato à fome e a miséria; a defesa da soberania; o combate a todas as formas de opressões; a defesa do meio ambiente; e o ataque às propriedades das grandes empresas.

Economia

Uma das principais propostas da candidata para economia é duplicar o salário mínimo. O objetivo é alcançar o rendimento sugerido por estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), de R$ 6.388,00.

O plano também defende o fim imediato da precarização do trabalho. Para isso, todos os empregados devem ter carteira assinada, estabilidade, direito a férias, décimo terceiro e aposentadoria.

Para gerar empregos, a ideia é iniciar um grande plano de obras públicas, com construção de casas populares, saneamento básico, hospitais, escolas, creches, espaços culturais, estradas e metrôs.

Meio ambiente

Segundo Vera Lúcia, há necessidade de o Brasil estabelecer um plano de desenvolvimento econômico que considere a preservação do meio ambiente. Para isso, propõe “enfrentar as grandes empresas” que ameaçam os biomas brasileiros.

Entre as propostas estão: expropriar as madeireiras, prender garimpeiros ilegais e grileiros; fortalecer os órgãos ambientais, estabelecer normas para redução da emissão de carbono e utilizar fontes limpas de energia.

Combate à pobreza

A presidenciável defende que a única maneira de garantir “boas condições” aos brasileiros é assegurar serviços públicos gratuitos e de qualidade.

Dentre as diversas propostas, o programa propõe um “auxílio emergencial” de valor equivalente ao salário mínimo para todos os desempregados. A medida, segundo ela, é “transitória”, segundo a presidenciável, até o momento em que se atingirá o pleno emprego.

Segurança pública

Para a candidata do PSTU, “a violência urbana é um subproduto do desemprego, subemprego e da criminalização das drogas”. A solução, portanto, seria o pleno emprego, o fim da precarização do trabalho e aumentos salariais.

Outros dois pontos defendidos são a descriminalização das drogas e a criação de “outra polícia”, que tenha seus comandantes eleitos pela população.

Saúde

Ao comentar o tema, a presidenciável relembra que durante a pandemia o sistema de saúde brasileiro colapsou. Ela diz que, porém, os “ricos” não sofreram com falta leitos de UTI e remédios.

A fim de mudar o cenário, ela propõe a estatização da saúde, com a expropriação dos hospitais e grupos privados. Além disso, defende a quebra de todas as patentes — de vacinas, remédios e outras drogas.

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

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